segunda-feira, 29 de março de 2010

.

Como pode tudo mudar, em um segundo, nem pensar! Não vou voltar atrás. Agora é assim que vai ser!

domingo, 28 de março de 2010

NOW.



Agora é o momento de fazer tudo aquilo que eu tinha vontade de fazer, e que por falta de coragem e de informações, eu nunca fiz. Tenho mil coisas pra serem feitas, a vida está numa turbulência maluca. Adorando todos os dias que nascem, e adorando mais ainda quando os dias terminam. O escuro me envolve, o escuro me da paz. É impressionante o sentimento da leveza, da liberdade. Não da liberdade de sair pra baladas, beber e vomitar de tanto que bebeu (porque nunca bebeu na vida). Simplesmente a liberdade de dentro de você. Eu precisei de algumas coisas pra me sentir assim. Eu sempre tive medo do novo, sempre tive medo do diferente. Mas hoje eu anseio por isso. Quero novo sempre, quero sempre estar fazendo a diferença. Parei de ligar pras pessoas. Parei de me incomodar com o que pensam. Deixe que digam, que pensem, que falem. Deixa isso pra lá. Minhas vontades são minhas prioridades. Tenho limites, tenho filhos a quem eu devo satisfação da minha vida. E só. Se eu e eles estamos bem, é sinceramente, a única coisa que me importa. DOT.

sábado, 27 de março de 2010

Pra você guardei o amor...


Pra você guardei o amor que nunca soube dar, o amor que tive e vi sem me deixar, sentir sem conseguir provar, sem entregar e repartir. Pra você guardei o amor que sempre quis mostrar, o amor que vive em mim vem visitar, sorrir, vem colorir solar, vem esquentar e permitir! Quem acolher o que ele tem e traz, quem entender o que ele diz no giz do gesto, jeito. Pronto pra um piscar de cilios, que o convite do silencio exibe em cada olhar. Guardei sem ter por que, nem por razão, ou coisa outra qualquer, além de não saber como fazer pra ter um jeito meu de me mostrar. Achei, vendo em você, explicação? Nenhuma isso requer. Se o coração bater forte e arder, no fogo o gelo vai queimar. Pra você guardei o amor que aprendi, vem dos meus pais. O amor que tive e recebi e hoje posso dar, livre e feliz. Céu, cheiro e arco-íris, risca ao levitar. Vou nascer de novo, lápis, edifício, tevere, ponte. Desenhar no seu quadril, meus lábios beijam signos feito sinos. Trilho a infância, terço o berço, do seu lar!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Medo... do medo!

Quantas vezes a gente acha que tem medo, e na realidade, o medo que sentimos, é termos medo do próprio medo. Quando todos nós sabemos que ter medo é bom. Que o medo, simplesmente no diz que não somos perfeitos. Que somos pessoas como todas as outras, com sentimentos, erros e principalmente... Medos.
Escrevi isso, porque simplesmente venci mais um medo!
No inicio meu coração acelerou e minhas mãos tremiam muito. E agora, mais em casa que eu me sinto? Impossivel!
Obrigado a todos pela excelente recepção! Pelo apoio e pelo carinho.
Eu já era tratada como um bibelô... Mas agora me sinto muito mais que isso!
:*